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Carvão perde trono com incentivo da China a energia mais limpa

O maior consumidor de energia do mundo caminha rumo ao fim de uma era depois de queimar a menor quantidade de carvão em seis anos

China reduz o consumo de carvão nos últimos 6 anos
China reduz o consumo de carvão nos últimos 6 anos

Londres – O domínio da China nos mercados de energia — há tempos motor do aumento do consumo de combustível fóssil e da crescente poluição por carbono — agora está levando o planeta a uma direção mais limpa.

O maior consumidor de energia do mundo caminha rumo ao fim de uma era depois de queimar a menor quantidade de carvão em seis anos, de se tornar o produtor número um de energias renováveis e até de reduzir as emissões de gases causadores do aquecimento climático, segundo dados da BP.

“A China é muito importante para o mercado de energia”, disse Giovanni Staunovo, analista do UBS Group. “Há um objetivo de se afastar do consumo de carvão e optar por fontes de energia mais limpas.”

A China desenvolveu um apetite voraz por energia desde a virada do século porque sua economia em expansão queimava grandes quantidades de combustíveis fósseis para manter as fábricas funcionando e os carros rodando.

Nesse processo o país ajudou a aumentar os preços do petróleo, do gás natural e do carvão e também se tornou o maior emissor de dióxido de carbono, gás causador do efeito estufa.

Cerca de uma em cada cinco pessoas mora na China e devido à sua classe média crescente o país está usando mais energia do que nunca, mas os padrões de consumo estão mudando.

O dinheiro está sendo investido em energia mais limpa e o carvão é desencorajado na luta para melhorar a qualidade do ar em algumas das cidades mais poluídas do mundo.

A economia do gigante asiático também está avançando em direção aos serviços, que são menos intensivos em energia do que a fabricação pesada.

Os números são impressionantes. A China ainda respondia por cerca de metade do carvão queimado no mundo no ano passado, mas o consumo do combustível caiu 1,6 por cento, segundo o relatório anual Statistical Review of World Energy da BP.

O resultado contrasta com a expansão média anual de 3,7 por cento nos 11 anos anteriores. As mudanças na política governamental resultaram em uma queda de 7,9 por cento na produção do combustível, contra um ganho médio de 3,9 por cento na década anterior.

Ao mesmo tempo, o país dominou as energias renováveis, respondendo por 40 por cento do crescimento global e superando os EUA como maior produtor de energia limpa, mostram dados da BP.

A capacidade solar instalada do país cresceu 79 por cento no ano passado, para 78 gigawatts, e a eólica se expandiu em 15 por cento, para 149 gigawatts.

“A fome chinesa por energia está sendo temperada por decisões em direção a uma via de crescimento mais sustentável e a uma rápida expansão das energias renováveis”, disse Jonathan Marshall, analista da Energy and Climate Intelligence Unit, com sede em Londres, por e-mail. Essas tendências geram “mais problemas para o carvão nos próximos anos”.

Devido ao crescimento industrial mais lento, o consumo de combustíveis destilados médios pela China, categoria que inclui o diesel, caiu no ano passado pela primeira vez em pelo menos uma década, mostram dados da BP.

Fonte: EXAME

Ônibus abastecido por energia solar roda mais de 10 mil km em Florianópolis

Projeto foi desenvolvido Grupo de Pesquisa Estratégica em Energia Solar da UFSC em parceria com a fabricante de São Bernardo do Campo, Eletra, responsável também pelo projeto de integração dos equipamentos. 

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Circulando desde o dia 20 de dezembro 2016, o primeiro ônibus 100% elétrico movido a energia solar superou, em abril, a marca de 10 mil quilômetros.

O veículo começou a operar em Santa Catarina no trajeto de 25,3 quilômetros entre dois campus da UFSC, no Sapiens Parque, em Canasvieiras, no norte da ilha, e o Campus Central. O veículo realiza diariamente cinco viagens e é totalmente alimentado pela eletricidade solar gerada nas estruturas do laboratório Fotovoltaica UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina.

O projeto foi desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa Estratégica em Energia Solar da UFSC em parceria com a fabricante de São Bernardo do Campo, Eletra, responsável também pelo projeto de integração dos equipamentos. O ônibus tem carroceria Marcopolo Torino Low Entry, os motores elétricos são da WEG e o chassi é um Mercedes-Benz O-500U Elétrico.

O ônibus envolve o conceito de “deslocamento produtivo”, em que a geração de energia elétrica é realizada por intermédio de módulos solares fotovoltaicos integrados.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação -MCTI financiou a iniciativa que custou cerca de R$ 1 milhão.

DIFERENCIAIS:

Os grandes diferenciais do ônibus elétrico estão na alimentação por energia fotovoltaica e no sistema de tração Eletra. Com potência de 200/400 kW e autonomia de até 200 quilômetros, ele faz quatro recargas de seis minutos.

O projeto de integração e tecnologia possui baterias de tração tipo Ions de Lítio – energia de 128kWh com oito “Packs” e tempo de recarga de 2,5h com carregador lento e apenas 30 minutos com carregador rápido.

A eletricidade gerada no laboratório pelos sistemas fotovoltaicos instalados atende não só ao consumo das recargas do ônibus, como abastece os prédios da instalação, o que consome cerca de 80% da eletricidade gerada.

A energia que restante, cerca de 20%, é consumida no campus central da UFSC.

APP:

Um aplicativo ainda em fase de desenvolvimento vai permitir à comunidade acadêmica da UFSC reservar assentos no ônibus por meio do telefone celular. O modelo é semelhante ao check-in para um voo comercial.

Após o lançamento do aplicativo, o serviço será oferecido com horários regulares a todos os estudantes, docentes e técnico-administrativos em Educação da Universidade.

Fonte: Diário do Transporte

Energia solar ganha cada vez mais espaço ao redor do mundo

A energia renovável se desenvolve desde 2007 em mais de 200 países com a construção de fontes hidráulica, solar, eólica e de biomassa

 

O diretor-geral da Agência Internacional para as Energias Renováveis (Irena), Adnan Z. Amin, exulta: “Estamos testemunhando uma transformação global de energia. Isso se reflete novamente num novo ano recorde na geração de energias renováveis”. A declaração foi feita durante a apresentação do relatório Renewable Capacity Statistic 2017, em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos.

O documento lista como as energias renováveis se desenvolveram desde 2007 em mais de 200 países e quantas usinas de fontes hidráulica, solar, eólica e de biomassa foram construídas, e com quais capacidades.

Energia solar ultrapassa eólica

Instalação de painéis de energia solar
Instalação de painéis de energia solar

No ano de 2016, em todo o mundo, foram construídas usinas de energia limpa com a capacidade total de 161 gigawatts (GW), segundo dados da Irena. Isso corresponde à capacidade instalada de cerca de 161 usinas nucleares ou de carvão de grande porte.

Em termos de geração de energia, as instalações solares estão, pela primeira vez, à frente das eólicas, tendo sido construídas em todo o mundo usinas solares com uma capacidade total de 71 GW, quase 50% a mais do que em 2015. Em seguida vem a energia eólica (51 GW), hidráulica (30 GW), de biomassa (9 GW) e geotérmica (1 GW).

No final de 2016 a capacidade de geração de energias renováveis em todo o mundo foi de 2.006 GW, mais do que o dobro de dez anos atrás. A transformação da matriz energética mundial é incentivada sobretudo pelo custo baixo da produção eólica e solar. Na última década, cerca de 80% da energia renovável gerada recai sobre estas duas fontes.

Energia renovável
traz mais prosperidade

Desde 2009 o preço da eletricidade gerada por usinas eólicas caiu cerca de um terço, e a por centrais solares, aproximadamente 80%. A eletricidade gerada pelas novas instalações é em geral mais barata do que a de usinas convencionais a diesel, carvão, gás e nuclear.

De acordo com dados da Irena, o forte crescimento das energias renováveis tem também outros efeitos positivos. “Elas são muito lucrativas e geram alguns benefícios socioeconômicos, como a criação de novos empregos. Além disso, há a melhora do bem-estar das pessoas e do meio ambiente”, diz Amin.

Ele acrescenta, contudo, que, para atingir as metas climáticas mundiais acordadas em Paris, o ritmo de expansão deveria ser acelerado. “Essa dinâmica exige investimentos adicionais para a descarbonização do setor de energia. Os novos dados são um sinal encorajador de que estamos no caminho certo, mas há ainda muito a fazer.”

Ásia cresce e Europa estaciona

Nos últimos anos, o principal motor da expansão global de energia renovável foi a Ásia, com a China na dianteira. Segundo dados da Irena, o país asiático construiu em 2016 centrais eólicas com capacidade total de 19 GW, seguido a distância pelos EUA (9 GW), Alemanha (5 GW) e Índia (4 GW).

Em relação à energia solar, o ritmo na Ásia é ainda maior. Com a construção de usinas com a capacidade de 50 GW no ano passado, o continente respondeu por cerca de 70% do crescimento mundial. Foram instalados painéis solares com capacidade de 34 GW na China, 8 GW no Japão, 8 GW nos EUA, e 4 GW na Índia.

Como precursores na expansão das renováveis, a Europa e, em particular, a pioneira Alemanha continuam caindo na ampliação desses tipos de energia. No Velho Continente foram instalados apenas 5 GW de energia solar, na Alemanha apenas 1 GW. Como motivo para a diminuição, especialistas veem, sobretudo, a pressão das empresas de energia convencional na política do setor.

— Há um forte movimento contra a energia renovável. Os setores fóssil e nuclear tentam sustar sua expansão, que prejudicam o modelo de negócios deles — diz Stefan Gsänger, secretário-geral da Associação Mundial de Energia Eólica (WWEA), em entrevista à agência alemã de notícias DW.

Eletricidade para mais 300 milhões

Pela primeira vez, o relatório de estatísticas da Irena divulgou também dados especiais sobre os assim chamados “sistemas off-grid” – sistemas isolados, não conectados à rede elétrica e autossustentados por baterias ou geradores.

Mais de 1 bilhão dos habitantes do planeta não têm acesso a redes elétricas, principalmente em regiões remotas. Nesses locais desenvolveu-se nos últimos anos uma forte dinâmica, principalmente em relação à energia fotovoltaica.

No fim de 2016, a capacidade de energia solar off-grid  nessas regiões era de 1,4 GW, cinco vezes mais do que em 2011. Em geral trata-se de sistemas bem pequenos, com baterias que fornecem energia para uma aldeia ou casa durante a noite, permitindo a muitos o acesso à eletricidade. Esses sistemas têm grande sucesso especialmente na África e Ásia, com a Índia, Bangladesh, Argélia e África do Sul na linha de frente, segundo dados da Irena.

Na Índia há, ainda, um boom na expansão de bioenergia para fornecimento elétrico local. As instalações construídas em aldeias em 2016 totalizam quase 1 GW, 200 vezes mais do que no ano anterior. Segundo estimativas da Irena, até 60 milhões de famílias ou 300 milhões de pessoas têm acesso à energia através de sistemas off-grid.

Fonte: Correio do Brasil

Lei que isenta equipamentos de energia solar do ICMS entra em vigor em Goiás

Publicada no Diário Oficial do Estado do dia 7 a lei que isenta de ICMS os equipamentos e insumos prioritários para a construção de usinas fotovoltaicas. O benefício deve impulsionar o setor de energia solar já que, isenta do imposto: células solares não montadas, molduras de alumínio, encapsulantes EVA tecnologia, fitas de solda tecnologia, entre outros.

Painel Solar Fotovoltaico
Painel Solar Fotovoltaico (FONTE )

A medida integra as ações do Programa Goiás Solar, lançado em fevereiro deste ano, e que quer transformar o Estado em referência nacional no consumo e geração de energia solar. O programa é executado por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima).

A lei nº 19.618 assinada pelo governador Marconi Perillo e os secretários Fernando Navarrete (Sefaz) e Joaquim Mesquita (Segplan) entra em vigor a partir desta sexta.

A lista completa dos materiais isentos pode ser consultado AQUI.

Fonte: Ambiente e Energia

Nigeriano cria fusca elétrico movido a energia solar e eólica

Segun Oyeyiola, Estudante da Universidade de Obagemi Awolowo, converteu um fusca movido a gasolina em um veículo abastecido por energia solar e eólica — perfeito para o clima nigeriano.

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O projeto contou com muitas doações da família e colegas e custou US$ 6 mil. Materiais que iriam para o lixo ou que, sozinhos, não tinham mais utilidade nenhuma para os donos foram utilizados pelo estudante. Isso prova que é possivel fazer a diferença com conhecimento e esforço!

O carro foi equipado com um sistema de suspensão, para garantir que o veículo aguente o peso de tanta tecnologia. Em entrevista ao site FastCoExist, o rapaz falou que quer “reduzir a emissão de dióxido de carbono que piora o aquecimento global e as mudanças climáticas”.

Hoje, a bateria do fusca sustentável leva aproximadamente cinco horas para carregar completamente, mas Segun está trabalhando no modelo e pretende realizar melhorias. O estudante demorou para juntar todo o material necessário para montar o fusquinha e ainda teve que lidar com os críticos que acreditavam que ele estava perdendo tempo — Parabéns Segun.

Fonte: bUnited

A energia solar é uma opção mais econômica para o Brasil

Publicação de 12 de fevereiro de 2017

Na contramão da crise econômica e financeira, o setor de energia solar fotovoltaica registra crescimento e o com crescimento de 322% em número de sistemas em 2016 e projetando repetir o desempenho em micro e minigeração em 2017, com mais de 150 MW de geração operando na matriz elétrica brasileira. Mas não é apenas neste nicho que eles comemoram resultados. O desempenho é atribuído ao fato da tarifa de energia estar mais cara, o preço dos equipamentos ter reduzido no mercado internacional e aqui também, o que torna a solar mais competitiva. “De fato, apesar da economia brasileira andar para trás, com crescimento negativo nos últimos anos, o segmento de energia solar fotovoltaica não acompanhou essa direção. Mais pessoas perceberam os benefícios e a economia gerada com esta fonte”, disse o presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), Rodrigo Sauaia. Em entrevista concedida em Natal, onde participou esta semana da Solarinvest – promovido pelo Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne) e a Viex Américas – ele alertou sobre o risco de deficit de garantia física, a partir de 2019, a economia que a geração solar pode proporcionar na conta do consumidor na comparação com o acionamento das termeletricas e afirmou que o cancelamento do leilão de energia, que aconteceria no final de 2016, frustrou expectativas e gerou desconfiança entre os investidores nacionais e internacionais, por isso a necessidade de estabelecer um cronograma regular de contratação em leilão, com 2 mil MW, por ano.

Fonte: Tribuna do Norte

SolPad: O futuro da energia sustentável personalizada chegou

MOUNTAIN VIEW, Califórnia, 22 de setembro de 2016

SunCulture Solar Inc. anuncia o lançamento do SolPad™, uma nova série de produtos de energia transformadora criada para ser os mais avançados produtos de energia solar integrada ao lar ou fora da rede do mundo.

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O painel solar integrado do SolPad combina várias tecnologias patenteadas em um único aparelho bonito, que inclui um revolucionário armazenamento de bateria, um sistema inversor inovador e software inteligente que junta e interage com o usuário, dando a ele uma experiência de energia pessoal sem paralelos que ludifica a distribuição, entrega e uso da energia.

SolPad é realmente a primeira solução de energia totalmente integrada do mundo criada para a casa inteligente moderna e para o cidadão global com preocupações de sustentabilidade.

“SolPad revoluciona a energia pessoal ao juntar a casa inteligente sustentável e o armazenamento energético e solar em um aparelho simples, bonito e integrado”, afirmou Christopher Estes, CEO e Arquiteto Chefe de Produto da SolPad. “SolPad também torna a energia solar ainda mais acessível para a maioria da população global e suas crescentes necessidades energéticas, sem o custo de construir uma cara infraestrutura de rede. Com nossa revolucionária miniaturização e integração de componentes, transformamos a energia solar – da mesma forma que o smartphone revolucionou o setor de computação pessoal – combinando vários componentes em um único aparelho que é bastante mais barato, mais poderoso e mais fácil de usar do que sistemas convencionais.”

FONTE: UOL Economia

Aumenta o número de consumidores que produzem a própria energia

Investimento é alto, mas a economia com a conta de luz compensa. Energia produzida é compartilhada com a rede elétrica.

O número de consumidores brasileiros que produzem a própria energia aumentou mais de 17 vezes nos últimos dois anos no país.

A fábrica de casquinhas de sorvete em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, investiu R$ 160 mil em painéis solares para gerar toda a energia de que precisa: 3.500 kWh por mês. O financiamento dos equipamentos vai ser pago em cinco anos. Luciano diz que compensa.

“Hoje eu pago a mesma coisa que eu teria que pagar para a concessionária. Como eu estou querendo ampliar a empresa daqui a dois anos, a gente está querendo praticamente dobrar a capacidade de maquinário, a gente zerando isso aí depois de cinco anos, praticamente zera a conta de energia”, explica Luciano Neves, dono da fábrica.

A energia que ele produz é compartilhada com a rede elétrica. A luz do sol já garante até mais energia do que a empresa necessita atualmente, e essa sobra gera um crédito junto à concessionária de energia do estado. Enquanto a fábrica não é ampliada, o Luciano está usando esse excedente em outro endereço. A legislação permite, desde que as contas de luz estejam em nome da mesma pessoa. A energia que vem da empresa zerou a conta da casa dele.

“Se eu não estivesse utilizando essa energia que está sendo produzida na fábrica, eu estaria pagando, em média, R$ 600 a R$ 700 aqui em casa”, conta.

Em todo o país, o número de residências e empresas que estão gerando a própria e energia e compartilhando com a rede passou de 431 no fim de 2014 para mais de 7 mil em dezembro de 2016. A maioria desses consumidores usa a luz do sol como fonte geradora.

“Um dos fatores é porque tem uma grande vantagem sob o ponto de vista econômico para o próprio consumidor. A instalação de um sistema tem uma vida útil de uns 25 anos em média e ele se paga no máximo em sete, oito anos”, disse Romeu Rufino, diretor-geral da Aneel.

Um restaurante já começou a substituir as chapas e os fornos a gás por equipamentos elétricos. Toda a energia vem dos painéis que transformam a luz do sol em eletricidade.

“Já é outra vantagem que a gente vai ver: é o custo do gás ser reduzido aqui no restaurante da gente”, afirma Jean Miranda, dono do restaurante.

Fonte: Jornal Nacional (edição do dia 03/02/2017)

China mais do que dobra capacidade em energia solar em 2016

O país pretende impulsionar o uso de fontes não fósseis de geração de energia para 20 por cento de sua matriz em 2030, ante 11 por cento hoje.

Central de geração de energia solar na China

A capacidade instalada em energia solar fotovoltaica na China mais do que dobrou no ano passado, transformando o país no maior produtor de energia solar do mundo em capacidade, disse a Administração Nacional de Energia neste sábado.

A capacidade fotovoltaica instalada subiu para 77,42 gigawatts ao final de 2016, com a adição de 34,54 gigawatts ao longo do ano, mostraram dados da agência.

Shandong, Xinjiang e Henan ficaram entre as províncias que tiveram o maior aumento da capacidade, enquanto Xinjiang, Gansu, Qinghai e Mongólia Interior foram as regiões que terminaram com maior potência total ao final do ano.

A China pretende instalar mais de 110 gigawatts em capacidade solar no período 2016-2020, segundo o plano de desenvolvimento solar traçado pela agência de energia.

O país pretende impulsionar o uso de fontes não fósseis de geração de energia para 20 por cento de sua matriz em 2030, ante 11 por cento hoje.

A China planeja investir cerca de 364 bilhões de dólares em geração de energia renovável até 2020.

Fonte: Reuters

Chevrolet Bolt é eleito carro do ano nos Estados Unidos

Compacto elétrico desbancou sedãs de luxo como Genesis G90 da Hyundai e o tecnológico Volvo S90

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O investimento da Chevrolet no desenvolvimento de novas tecnologias e carros elétricos deu o primeiro resultado positivo. Isso porque, apesar da demora para ser entregue, o Chevrolet Bolt foi eleito o Carro do Ano 2017 para mercado norte americano, durante o Salão de Detroit.

O Bolt ficou na frente de sedãs de luxo como o Genesis G90 da Hyundai e Volvo S90. O carro totalmente elétrico da GM tem um motor de 202 cv e 36,7 kgfm, o suficiente para chegar a 100 km/h em menos de 7 segundos.

Mark Reuss, vice-presidente executivo da Chevrolet, afirmou que Bolt cumpre a promessa da marca de oferecer um carro cheio de tecnologia e especialmente com autonomia suficiente para conquistar novos consumidores.”Não é apenas um veículo elétrico, é o elétrico com a maior autonomia da atualidade”, disse o executivo.

O compacto consegue rodar 383 km até precisar ser recarregado. As pesquisas da Chevrolet apontam que se os motoristas dirigem em média 64 km por dia, com apenas uma hora na tomada, o Bolt é capaz de percorrer 40 km. As estações públicas de recarga serão mais potentes e darão 114 km de autonomia em meia hora.

O próximo passo da GM é testar condução autônoma no modelo. Em dezembro do ano passado, a montadora revelou os planos de criar uma frota para teste. Atualmente, a Chevrolet está acelerando as produções do Bolt, construindo cerca de 100 unidades do modelo diariamente em sua planta em Orion Township. A empresa quer expandir as vendas para outras regiões ao redor do mundo, atingindo todos os países com certificado para veículos elétricos até meados de 2017.

Fonte: Revista Auto Esporte