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O sucessor elétrico da Kombi estará pronto para venda em 2022

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A Kombi é um dos modelos mais icônicos do mundo dos automóveis. Agora, a Volkswagen confirmou que vai criar uma versão elétrica e moderna desse carro tão amado, nomeada I.D. Buzz.

E não estamos falando de um veículo-conceito destinado a desaparecer na névoa do tempo: a fabricante de automóveis anunciou uma data de venda da I.D. Buzz, embora ainda tenhamos que esperar um bom tempo para poder comprá-la, uma vez que só estará disponível em 2022.

Atrativos

A nova “Kombi elétrica” terá cerca de 430 quilômetros de alcance com uma carga de bateria.


A Volkswagen também disse que conseguiria obter cerca de 369 cavalos de potência em seu sistema de motor de tração nas quatro rodas, o que está muito longe dos 25 cavalos originais do modelo.

Mas a graça do carro não será sua velocidade, e sim seus recursos interiores configuráveis.

O assento do motorista pode girar em 360°, permitindo reuniões e partidas de baralho familiares, e as configurações dos assentos traseiros incluem a capacidade de criar um espaço no meio para alongamento, por exemplo. Outro detalhe interessante é que o teto amplo de vidro, aliado aos bancos reclináveis, favorecem a observação de estrelas com conforto.

Ou seja, a nova Kombi elétrica vai ser uma escolha ideal para viagens de carro. [TechCrunch]

Aceleração eletrizante

aceleração eletrizanteCarro elétrico é recarregado


Não passa de 2% a parcela dos carros elétricos no comércio mundial de veículos novos. Diante da cifra pouco entusiasmante, pode soar prematura a decisão da França e do Reino Unido de banir em 2040 a venda de automóveis com motores de combustão interna.

Com efeito, há grande incerteza nas previsões sobre a evolução desse ramo industrial. As estimativas de analistas do setor para a frota elétrica daqui a 23 anos oscilam de 100 milhões de unidades —nem 6% do total previsto de 1,8 bilhão de carros— a 266 milhões.

O serviço Bloomberg New Energy Finance projeta que 54% dos veículos novos vendidos em 2040 utilizarão baterias como fonte de energia propulsora e não combustíveis fósseis, como gasolina e diesel.

Há dois fatores por trás da recente excitação com os elétricos. Primeiro, a queda de 73%, desde o ano 2000, no custo das baterias de íons de lítio. Depois, os cortes nas emissões de gases do efeito estufa com que os países se comprometeram no Acordo de Paris.

Some-se a isso o sucesso dos bólidos elétricos da montadora Tesla, apesar dos preços salgados. A empresa dos EUA agora lança seu modelo “popular”, o 3, que será comercializado a US$ 35 mil. Nada menos que 400 mil consumidores pagaram para reservar um.

Existem boas razões, assim, para acreditar na aceleração do mercado para esses veículos inovadores. Além de não poluir a atmosfera nem contribuir diretamente para o aquecimento global, eles têm custo menor de manutenção e já chegam às ruas e estradas com sistemas avançados de autopilotagem.

Tudo indica que a tecnologia baseada em combustão interna se destina ao ferro-velho. A demanda por petróleo também sofrerá, embora a eletricidade para recarregar as baterias continue a ser fornecida, em várias partes, por usinas movidas a combustíveis fósseis.

Contudo, a queda nos preços das baterias (preveem-se outros 50% de redução nos próximos anos) segue ritmo comparável à dos painéis solares, que geram energia sem agravar o efeito estufa. São revoluções tecnológicas convergentes.

Tal cenário já conduziu as grandes montadoras de automóveis a rever seus planos e a se preparar para impedir a Tesla de dominar o mercado. A sueca Volvo, por exemplo, anunciou que em 2019 só produzirá carros elétricos ou híbridos.

Os governos de países como França e Reino Unido vislumbram aí uma ajuda para cumprir suas metas de Paris e dão incentivos fiscais para acelerar a transição. Não o Brasil, ainda carente de política para tal modalidade de veículo.

 

FONTE: Folha de São Paulo

Chevrolet Bolt é eleito carro do ano nos Estados Unidos

Compacto elétrico desbancou sedãs de luxo como Genesis G90 da Hyundai e o tecnológico Volvo S90

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O investimento da Chevrolet no desenvolvimento de novas tecnologias e carros elétricos deu o primeiro resultado positivo. Isso porque, apesar da demora para ser entregue, o Chevrolet Bolt foi eleito o Carro do Ano 2017 para mercado norte americano, durante o Salão de Detroit.

O Bolt ficou na frente de sedãs de luxo como o Genesis G90 da Hyundai e Volvo S90. O carro totalmente elétrico da GM tem um motor de 202 cv e 36,7 kgfm, o suficiente para chegar a 100 km/h em menos de 7 segundos.

Mark Reuss, vice-presidente executivo da Chevrolet, afirmou que Bolt cumpre a promessa da marca de oferecer um carro cheio de tecnologia e especialmente com autonomia suficiente para conquistar novos consumidores.”Não é apenas um veículo elétrico, é o elétrico com a maior autonomia da atualidade”, disse o executivo.

O compacto consegue rodar 383 km até precisar ser recarregado. As pesquisas da Chevrolet apontam que se os motoristas dirigem em média 64 km por dia, com apenas uma hora na tomada, o Bolt é capaz de percorrer 40 km. As estações públicas de recarga serão mais potentes e darão 114 km de autonomia em meia hora.

O próximo passo da GM é testar condução autônoma no modelo. Em dezembro do ano passado, a montadora revelou os planos de criar uma frota para teste. Atualmente, a Chevrolet está acelerando as produções do Bolt, construindo cerca de 100 unidades do modelo diariamente em sua planta em Orion Township. A empresa quer expandir as vendas para outras regiões ao redor do mundo, atingindo todos os países com certificado para veículos elétricos até meados de 2017.

Fonte: Revista Auto Esporte