Nova tecnologia reduz custo de geração de eletricidade a partir da energia das ondas

Tecnologia Maremotriz da Eco Wave Power
Tecnologia Maremotriz da Eco Wave Power

A ATME Eco Solutions, empresa especializada em eficiência energética e recursos hídricos, está trazendo para o Brasil uma tecnologia para produzir eletricidade a partir da energia das ondas do mar, a um preço inferior em relação a geração por outras fontes de energias renováveis, como eólica e solar.

O princípio desta nova tecnologia é um conversor de energia criado pela Eco Wave Power (EWP), de Israel. Projetado para ser simples e robusto, o equipamento oferece vantagens técnicas, quando comparados a sistemas concorrentes, entre outras razões, por utilizar materiais de baixo custo, despesas reduzidas com manutenção e expectativa de longa durabilidade.

Ainda ausente da matriz energética brasileira, a energia das ondas, ou maremotriz, pode gerar eletricidade a partir da energia cinética produzida pelo movimento das águas ou pela energia derivada da diferença do nível do mar entre as marés alta e baixa.

Estudos realizados pela Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro apontam para um potencial de 40 GW (gigawatts) para produção deste tipo de energia no Brasil.

Teoricamente é possível extrair até 40 MW de potência por quilómetro de litoral onde há ondas suaves, de um metro de altura, e até 1.000 MW onde as ondas chegam a 5 metros de altura. Ao contrário da energia eólica e da solar, que podem ser interrompidas por causa dos ciclos do vento ou do sol, a maremotriz é gerada ininterruptamente e proporciona maior estabilidade.

O primeiro projeto de energia maremotriz no mundo foi a barragem La Rance na França, há 50 anos. Desde então, outros projetos foram implantados com a preocupação de superar desafios como reduzir o custo de investimento, o impacto ambiental e os riscos para a navegação.

Na corrida por melhorias, o último avanço foi a tecnologia da EWP, que agora está disponível no Brasil através da ATME Eco Solutions. “Esta tecnologia que estamos trazendo representa um marco na geração energética pelas  ondas porque apresenta soluções sustentáveis, por preços acessíveis, para todos os pontos que eram considerados críticos na geração desse tipo de energia, afirma Avi Meizler, presidente da ATME Eco Solutions.

Um exemplo de ponto crítico é o funcionamento de equipamentos mar adentro liberando óleo e outros resíduos que poluem as águas. No caso da nova tecnologia este risco não existe porque tanques de óleo e equipamentos hidropneumáticos são instalados em terra firme, com total segurança. Desta forma, além de reduzir o impacto ambiental causam menos interferência na navegação.

Como funciona a Tecnologia de produção de eletricidade

Conversores extraem energia por meio de flutuadores exclusivamente projetados pela EWP, o “Wave Clapper” e o “Power Wing” , que sobem e descem acompanhando a movimentação das ondas e movimentando cilindros hidráulicos de alta pressão, que por sua vez acionam uma bobina elétrica.

Os flutuadores são presos por braços robustos para qualquer tipo de estrutura, tais como, (mas não se limitando a) quebra-mares, ancoradouros, mastros e plataformas fixas ou flutuantes. Uma das grandes vantagens deste sistema é que apenas os flutuadores e pistões ficam localizados na água e os demais equipamentos técnicos operam em terra, melhorando a e facilitando acesso para manutenção e reparos.

Comparação de custo de instalação

Comparação do custo de instalação da tecnologia da EWP com outras tecnologias
Comparação do custo de instalação da tecnologia da EWP com outras tecnologias

* De acordo com a altura das ondas, e não incluindo instalação e ligação à rede Flutuador Tipo Wave Clapper

Fonte: Portal Energia

Vantagens e desvantagens do sistema seguidor solar fotovoltaico

Sistema Seguidor Solar Fotovoltaico
Sistema Seguidor Solar Fotovoltaico

Um seguidor solar fotovoltaico ou também denominado de rastreador solar é um dispositivo que orienta um sistema de células fotovoltaicas (painel solar) em direção da luz solar de com a finalidade de aumentar a capacidade de captura dos raios solares.

Por outras palavras, um seguidor ou rastreador solar não faz mais do que diminuir o ângulo de incidência entre os raios solares e a matriz do painel solar, aumentando desta forma a eficiência da captura de energia solar. Ele altera por várias vezes a posição dos seus painéis solares durante o período do dia.

Um painel solar consegue captar a luz solar quer em céu aberto ou mesmo nublado, mas implementando a esse sistema um seguidor solar é possível aumentar a percentagem de captação de radiação solar direta conseguindo assim um aumento exponencial da produção de energia solar.

Vantagens dos seguidores solares fotovoltaicos

Falando de uma forma muito generalizada, comparando com um sistema solar fixo um sistema de seguimento solar consegue aumentar a captação de luz solar em cerca de 50% na época de verão e em cerca de 20% na época do inverno, no entanto estes valores podem ser diferentes tendo em conta a geolocalização do sistema.

Esta conclusão é facilmente percebida pelo que já foi dito porque com um seguidor solar o painel vai conseguir ter mais tempo de luz solar direta na sua matriz e como consequência um aumento de produção de energia solar. Veja o gráfico para perceber melhor:

Gráfico de Captura de Energia Solar por Sistema Seguidor
Gráfico de Captura de Energia Solar por Sistema Seguidor

Uma outra vantagem deste tipo de sistemas é o facto de ser necessário menos espaço para gerar a mesma quantidade de energia. Tendo em conta que um sistema com seguidor solar consegue ter um aumento de captação solar na ordem dos 20% a 50% em comparação com os sistemas fixos, então, por dedução lógica um sistema com seguidor solar vai necessitar de menos painéis solares do que um sistema fixo sem seguidor solar, e por consequência, vai necessitar de menos espaço de instalação.

Outra vantagem muito importante é o facto de um sistema com seguidor solar conseguir entregar a potencia de forma mais uniforme. Isso pode ser visualizado no gráfico em que a curva do sistema fixo tem uma subida, um pico e uma descida ao contrario da curva do sistema com seguidor solar que é mais constante no período de tempo.

Desvantagens dos seguidores solares fotovoltaicos

Existem também algumas desvantagens nestes sistemas e a primeira que nos deparamos é logo no preço, pois estes sistemas ainda são um pouco caros devido à complexidade da tecnologia envolvida.

A sua instalação também vai requerer mais mão de obra e tempo aumentando como consequência os custos.

E por último temos de ter em conta a manutenção adicional exigida por este tipo de sistema que de igual forma ao enumerado acima a desvantagem é o custo adicional na manutenção.

Fonte: Portal Energia

Energia Solar Passiva. O que é?

Existem duas formas de aproveitar a energia solar: A passiva; e a ativa.

As duas se diferem pela forma como são obtidas e tratadas. Na ativa, há um processo de transformação, por meio de equipamentos específicos que capturam, transformam e armazenam – aqui estão inclusos painéis fotovoltaicos, painéis térmicos e assim por diante – o  que viabiliza seu uso como fonte de energia elétrica, ou térmica. Na passiva, existe todo um conceito arquitetônico que permite a captura – entende-se passiva, como processo de aproveitamento sem a necessidade de equipamentos para essa finalidade – da energia solar e seu uso na iluminação e aquecimento de ambientes.

Um fator importante no desenho de edifícios para o uso de energia solar passiva aspecto é saber como gerenciar o fluxo de correntes de ar no interior do edifício para capturar o calor no inverno e dissipar no verão. Como pode ser observado na imagem a seguir:

Energia Solar Passiva
Energia Solar Passiva

A escolha por elaborar projetos de construções que aproveitam a energia do sol de forma passiva pode reduzir custos significativos a médio e longo prazo, mas, cabe compreender que independente de qual o meio usado para obtenção e uso da energia solar para fins práticos, optar por utilizar fontes de energias limpas é sempre positivo, e contribui para a redução de emissão de poluentes.

Fonte: Energia Solar

Mundo tem queda drástica na construção de novas usinas de carvão

Fontes tradicionais de geração de energia
Fontes tradicionais de geração de energia

O crescimento de investimento e adesão de fontes de energia renovável dos últimos anos não é isoladamente responsável pela transformação do setor energético mundial. Muito tem a ver com a redução de investimentos em fontes de geração mais tradicionais.

Segundo dados do relatório lançado pelo Greenpeace, Sierra Club e CoalSwarm, o número de centrais de energia à carvão reduziu em 48% na atividade de pré-construção e em 62% em novos projetos.

Houve uma dramática restrição a novos projetos de usinas de carvão pelas autoridades centrais chinesas e uma redução financeira por parte de apoiadores de usinas a carvão na Índia. Só nos dois países, mais de 100 projetos estão congelados.

Além do declínio no desenvolvimento de novos projetos, a pesquisa também aponta que um recorde de 64 gigawatts de usinas de carvão foram desativados nos últimos dois anos, principalmente na União Europeia e nos EUA, o equivalente a quase 120 grandes unidades geradoras.

De acordo com o relatório, a combinação da desaceleração no planejamento e construção de novas usinas e o aumento expressivo no número de fechamentos de unidades obsoletas traz uma esperança: de que seria possível manter o aumento da temperatura global abaixo de 2°C em relação aos níveis pré-industriais, e evitar os piores efeitos das mudanças climáticas, desde que os países continuem a acelerar a ação.

Alguns países, no entanto, não conseguiram desenvolver seus setores de energia renovável em sintonia com a tendência mundial e continuam a construir e planejar novas usinas de carvão altamente poluentes. É o caso do Japão, Coréia do Sul, Indonésia, Vietnã e Turquia.

Fonte: Exame.com

Energia solar ganha cada vez mais espaço ao redor do mundo

A energia renovável se desenvolve desde 2007 em mais de 200 países com a construção de fontes hidráulica, solar, eólica e de biomassa

 

O diretor-geral da Agência Internacional para as Energias Renováveis (Irena), Adnan Z. Amin, exulta: “Estamos testemunhando uma transformação global de energia. Isso se reflete novamente num novo ano recorde na geração de energias renováveis”. A declaração foi feita durante a apresentação do relatório Renewable Capacity Statistic 2017, em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos.

O documento lista como as energias renováveis se desenvolveram desde 2007 em mais de 200 países e quantas usinas de fontes hidráulica, solar, eólica e de biomassa foram construídas, e com quais capacidades.

Energia solar ultrapassa eólica

Instalação de painéis de energia solar
Instalação de painéis de energia solar

No ano de 2016, em todo o mundo, foram construídas usinas de energia limpa com a capacidade total de 161 gigawatts (GW), segundo dados da Irena. Isso corresponde à capacidade instalada de cerca de 161 usinas nucleares ou de carvão de grande porte.

Em termos de geração de energia, as instalações solares estão, pela primeira vez, à frente das eólicas, tendo sido construídas em todo o mundo usinas solares com uma capacidade total de 71 GW, quase 50% a mais do que em 2015. Em seguida vem a energia eólica (51 GW), hidráulica (30 GW), de biomassa (9 GW) e geotérmica (1 GW).

No final de 2016 a capacidade de geração de energias renováveis em todo o mundo foi de 2.006 GW, mais do que o dobro de dez anos atrás. A transformação da matriz energética mundial é incentivada sobretudo pelo custo baixo da produção eólica e solar. Na última década, cerca de 80% da energia renovável gerada recai sobre estas duas fontes.

Energia renovável
traz mais prosperidade

Desde 2009 o preço da eletricidade gerada por usinas eólicas caiu cerca de um terço, e a por centrais solares, aproximadamente 80%. A eletricidade gerada pelas novas instalações é em geral mais barata do que a de usinas convencionais a diesel, carvão, gás e nuclear.

De acordo com dados da Irena, o forte crescimento das energias renováveis tem também outros efeitos positivos. “Elas são muito lucrativas e geram alguns benefícios socioeconômicos, como a criação de novos empregos. Além disso, há a melhora do bem-estar das pessoas e do meio ambiente”, diz Amin.

Ele acrescenta, contudo, que, para atingir as metas climáticas mundiais acordadas em Paris, o ritmo de expansão deveria ser acelerado. “Essa dinâmica exige investimentos adicionais para a descarbonização do setor de energia. Os novos dados são um sinal encorajador de que estamos no caminho certo, mas há ainda muito a fazer.”

Ásia cresce e Europa estaciona

Nos últimos anos, o principal motor da expansão global de energia renovável foi a Ásia, com a China na dianteira. Segundo dados da Irena, o país asiático construiu em 2016 centrais eólicas com capacidade total de 19 GW, seguido a distância pelos EUA (9 GW), Alemanha (5 GW) e Índia (4 GW).

Em relação à energia solar, o ritmo na Ásia é ainda maior. Com a construção de usinas com a capacidade de 50 GW no ano passado, o continente respondeu por cerca de 70% do crescimento mundial. Foram instalados painéis solares com capacidade de 34 GW na China, 8 GW no Japão, 8 GW nos EUA, e 4 GW na Índia.

Como precursores na expansão das renováveis, a Europa e, em particular, a pioneira Alemanha continuam caindo na ampliação desses tipos de energia. No Velho Continente foram instalados apenas 5 GW de energia solar, na Alemanha apenas 1 GW. Como motivo para a diminuição, especialistas veem, sobretudo, a pressão das empresas de energia convencional na política do setor.

— Há um forte movimento contra a energia renovável. Os setores fóssil e nuclear tentam sustar sua expansão, que prejudicam o modelo de negócios deles — diz Stefan Gsänger, secretário-geral da Associação Mundial de Energia Eólica (WWEA), em entrevista à agência alemã de notícias DW.

Eletricidade para mais 300 milhões

Pela primeira vez, o relatório de estatísticas da Irena divulgou também dados especiais sobre os assim chamados “sistemas off-grid” – sistemas isolados, não conectados à rede elétrica e autossustentados por baterias ou geradores.

Mais de 1 bilhão dos habitantes do planeta não têm acesso a redes elétricas, principalmente em regiões remotas. Nesses locais desenvolveu-se nos últimos anos uma forte dinâmica, principalmente em relação à energia fotovoltaica.

No fim de 2016, a capacidade de energia solar off-grid  nessas regiões era de 1,4 GW, cinco vezes mais do que em 2011. Em geral trata-se de sistemas bem pequenos, com baterias que fornecem energia para uma aldeia ou casa durante a noite, permitindo a muitos o acesso à eletricidade. Esses sistemas têm grande sucesso especialmente na África e Ásia, com a Índia, Bangladesh, Argélia e África do Sul na linha de frente, segundo dados da Irena.

Na Índia há, ainda, um boom na expansão de bioenergia para fornecimento elétrico local. As instalações construídas em aldeias em 2016 totalizam quase 1 GW, 200 vezes mais do que no ano anterior. Segundo estimativas da Irena, até 60 milhões de famílias ou 300 milhões de pessoas têm acesso à energia através de sistemas off-grid.

Fonte: Correio do Brasil

Tesla instala fazenda de energia solar no Havaí

Tesla Hawaii Project
Tesla Hawaii Project

A Tesla concluiu em meados de Março, o megaprojeto de instalação de uma fazenda solar no Havaí. A ilha – que dependente do óleo diesel, fonte de eletricidade cara e poluente, que destoa do seu cenário paradisíaco – foi a escolhida para o projeto da gigante norte-americana que mira num futuro mais limpo e sustentável.

Além da fazenda de energia solar, a empresa do Vale do Silício também instalou um conjunto de baterias para armazenamento de energia durante os picos de produção. Segundo comunicado da Tesla, a usina solar de 13 megawatts de capacidade de geração é composta por 54.978 painéis combinados com 272 baterias, chamadas de “powerpacks”, de 52 megawatt-hora (MWh). Este é o maior projeto de armazenamento de energia solar do tipo desde que a Tesla comprou a empresa Solar City.

O investimento vai evitar o uso de 6 milhões de litros de combustíveis poluentes por ano, o equivalente a quase duas piscinas olímpicas. Kauai não é a primeira ilha que a Tesla está abastecendo com energia solar. No ano passado, a empresa instalou painéis solares e baterias na ilha de Ta’u na Samoa Americana, em um projeto mais compacto.

Fonte: Ambiente e Energia

Produtores rurais terão crédito especial para adquirir equipamentos de energia solar

BB Agro Energia
BB Agro Energia

O Banco do Brasil lançou o BB Agro Energia, um novo programa de linhas de financiamento voltado para o uso de energia renováveis no meio rural, tanto para pessoas físicas, jurídicas e cooperativas. A estimativa é que ela libere R$ 2,5 bilhões em 2017. O programa vai possibilitar a instalação de placas fotovoltaicas, aerogeradores ou biodigestores nos terrenos de modo a reduzir os custos de produção, transformá-los em autoprodutores, transferência de tecnologia ao campo e ampliação dos negócios com o setor agropecuário.

As linhas que englobam o programa são as seguintes: FCO Rural, Inovagro, Investe Agro e Pronamp, para a agricultura empresarial; Pronaf Eco, para a agricultura familiar; e Pronaf Agroindústria e Prodecoop, para cooperativas agropecuárias. As taxas variam de 2,5% até 12,75% ao ano e o prazo médio de 10 anos. O financiamento pode ir até 100% do projeto.

De acordo com o presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar e Fotovoltaica, Rodrigo Sauaia, o programa representa uma evolução para o financiamento da fonte, uma vez que o BB Agro Energia é completamente direcionado para o setor agrícola, além de ser uma ação coordenada. “O programa tem abrangência nacional, agora o foco é o agronegócio brasileiro. Isso é muito sinérgico”, afirma. O aspecto da sustentabilidade no campo também foi elogiado pelo presidente da associação. Ele também lembrou que A Absolar vem há dois anos debatendo com banco a implantação de linhas de crédito para o setor. A associação também atua junto ao banco para a abertura de uma linha de financiamento para consumidores na área urbana.

Áreas como suinocultura e avicultura, que tem consumo de energia bastante elevado poderão se beneficiar das linhas. Para obter o financiamento, é necessário que os projetos devam ter até 1 MW. O financiamento também poderá contemplar equipamentos que vão atuar de forma isolada em uma propriedade, sendo desnecessário estar conectado à rede.

Fonte: Energia SP

Lei que isenta equipamentos de energia solar do ICMS entra em vigor em Goiás

Publicada no Diário Oficial do Estado do dia 7 a lei que isenta de ICMS os equipamentos e insumos prioritários para a construção de usinas fotovoltaicas. O benefício deve impulsionar o setor de energia solar já que, isenta do imposto: células solares não montadas, molduras de alumínio, encapsulantes EVA tecnologia, fitas de solda tecnologia, entre outros.

Painel Solar Fotovoltaico
Painel Solar Fotovoltaico (FONTE )

A medida integra as ações do Programa Goiás Solar, lançado em fevereiro deste ano, e que quer transformar o Estado em referência nacional no consumo e geração de energia solar. O programa é executado por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima).

A lei nº 19.618 assinada pelo governador Marconi Perillo e os secretários Fernando Navarrete (Sefaz) e Joaquim Mesquita (Segplan) entra em vigor a partir desta sexta.

A lista completa dos materiais isentos pode ser consultado AQUI.

Fonte: Ambiente e Energia