Relógio de Sol feito com impressora 3D mostra o horário com formato digital

A empresa Mojoptix uniu o antigo com o moderno e criou um relógio que faz a leitura do horário a partir da posição solar. Trata-se do Digital Sundial, um aparelho feito com materiais de uma impressora 3D.

O relógio possui várias perfurações e conforme a posição do Sol, é exibido o horário na base da estrutura com as sombras dos furos, parecendo a numeração de um aparelho digital. Veja a seguir como o Digital Sundial funciona:

Fonte: Revista Galileu

Nigeriano cria fusca elétrico movido a energia solar e eólica

Segun Oyeyiola, Estudante da Universidade de Obagemi Awolowo, converteu um fusca movido a gasolina em um veículo abastecido por energia solar e eólica — perfeito para o clima nigeriano.

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O projeto contou com muitas doações da família e colegas e custou US$ 6 mil. Materiais que iriam para o lixo ou que, sozinhos, não tinham mais utilidade nenhuma para os donos foram utilizados pelo estudante. Isso prova que é possivel fazer a diferença com conhecimento e esforço!

O carro foi equipado com um sistema de suspensão, para garantir que o veículo aguente o peso de tanta tecnologia. Em entrevista ao site FastCoExist, o rapaz falou que quer “reduzir a emissão de dióxido de carbono que piora o aquecimento global e as mudanças climáticas”.

Hoje, a bateria do fusca sustentável leva aproximadamente cinco horas para carregar completamente, mas Segun está trabalhando no modelo e pretende realizar melhorias. O estudante demorou para juntar todo o material necessário para montar o fusquinha e ainda teve que lidar com os críticos que acreditavam que ele estava perdendo tempo — Parabéns Segun.

Fonte: bUnited

Pesquisador mexicano cria cimento que gera luz

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Durante a última década, o desenvolvimento de modelos inteligentes de construção, intimamente relacionados com a eficiência energética, tem implementado novos materiais que possuem uma ou mais propriedades modificadas, de maneira controlada e parcial, por estímulos externos como radiação, temperatura, pH, umidade, vento, entre outros fatores ambientais.

Como resposta aos novos modelos de construção, o Dr. em Ciências José Carlos Rubio Ávalos da UMSNH de Morelia, desenvolveu um cimento com a capacidade de absorver e irradiar a energia ilumínica, com o intuito de agregar uma maior funcionalidade e versatilidade ao concreto do ponto de vista da eficiência energética.

O novo ‘material inteligente’ desenvolvido por Rubio Ávalos foi conhecido em 20 de outubro de 2015, em um comunicado de imprensa oficial pela Agência Informativa Conacyt, na qual o pesquisador afirmou que as aplicações são muito amplas, dentro das quais as que mais se destacam são o mercado da arquitetura, fachadas, piscinas, banheiros, cozinhas, estacionamentos, entre outros. Além disso, é possível utilizá-lo na segurança viária e nas sinalizações, no setor de geração de energia, como plataformas de petróleo, e em qualquer lugar que se deseje iluminar ou marcar espaços que não tenham acesso a instalações elétricas, já que não requer um sistema de distribuição elétrica e se recarrega somente com a luz. A durabilidade do cimento emissor de luz é estimada em mais de 100 anos, por sua natureza inorgânica, sendo facilmente reciclável por seus componentes materiais.

Segundo esse mesmo comunicado, a característica essencial desse novo material é obtida mediante um processo de policondensação das matérias primas (sílica, areia de rio, resíduos industriais, álcalis e água). Esse processo, apontou o pesquisador, realiza-se na temperatura ambiente e não requer fornos ou altos consumos de energia, de modo que a poluição na sua fabricação é baixa, em comparação com outros cimentos, como Portland ou plásticos sintéticos.

“Buscamos que a luz penetre o material até certo nível. No caso do cimento convencional, o Portland, não há essa capacidade já que quando a luz chega à superfície, ela não penetra”, explicou Rubio Ávalos.

Carregar esse material com luz natural ou artificial busca oferecer novas funções ilumínicas e térmicas ao elemento construtivo mais utilizado no mundo, com o objetivo de diminuir o consumo energético gerado pelos sistemas ativos.

Espera-se que além de sua distribuição no México, investidores do Chile, Espanha, Argentina e Brasil comercializem o material em breve para sua implementação em rodovias e outros espaços urbanos.

Fonte: Archdaily

A energia solar é uma opção mais econômica para o Brasil

Publicação de 12 de fevereiro de 2017

Na contramão da crise econômica e financeira, o setor de energia solar fotovoltaica registra crescimento e o com crescimento de 322% em número de sistemas em 2016 e projetando repetir o desempenho em micro e minigeração em 2017, com mais de 150 MW de geração operando na matriz elétrica brasileira. Mas não é apenas neste nicho que eles comemoram resultados. O desempenho é atribuído ao fato da tarifa de energia estar mais cara, o preço dos equipamentos ter reduzido no mercado internacional e aqui também, o que torna a solar mais competitiva. “De fato, apesar da economia brasileira andar para trás, com crescimento negativo nos últimos anos, o segmento de energia solar fotovoltaica não acompanhou essa direção. Mais pessoas perceberam os benefícios e a economia gerada com esta fonte”, disse o presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), Rodrigo Sauaia. Em entrevista concedida em Natal, onde participou esta semana da Solarinvest – promovido pelo Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne) e a Viex Américas – ele alertou sobre o risco de deficit de garantia física, a partir de 2019, a economia que a geração solar pode proporcionar na conta do consumidor na comparação com o acionamento das termeletricas e afirmou que o cancelamento do leilão de energia, que aconteceria no final de 2016, frustrou expectativas e gerou desconfiança entre os investidores nacionais e internacionais, por isso a necessidade de estabelecer um cronograma regular de contratação em leilão, com 2 mil MW, por ano.

Fonte: Tribuna do Norte